Uma palavra de cada vez

WINNING

72500 palavras e cinco meses depois, terminei o primeiro rascunho de Mutant Dudes. Só vou deixar isso aqui para vocês:

Loucura

loucura ou insânia é segundo a psicologia uma condição da mentehumana caracterizada por pensamentos considerados “anormais” pela sociedade. É resultado de doença mental, quando não é classificada como a própria doença.
Na visão de Homero, os homens não passariam de bonecos à mercê dos deuses e teriam, por isso, seu destino conduzido pelos “moiras“, o que criava uma aparência de estarem possuídos, ao qual os gregos chamaram “mania”.

Vocês lembram qual era a proposta desse negócio no início? Que a minha meta era terminar alguma coisa que seja?
Pois é. Esse não é o post em que eu digo que terminei algo, mas acho que esse dia se aproxima assustadoramente. Por incrível que pareça, a história que vai terminar não vai ser Sinfonia nem 21, mas mutantdudes, que sequer tem um nome de trabalho que preste.

Eu não sei dizer exatamente a diferença entre os outros e esse, porque em todos os outros eu sei o que acontece até o final. Nos outros, eu sei o que acontece nas próximas histórias, do mesmo jeito que mutantdudes. Mas os meus mutantes, minhas aberraçõezinhas, são especiais. Eu pretendia terminar até o natal e não consegui. Depois, minha meta era o carnaval. Depois, a páscoa. Mas mesmo depois de tanto tempo (faz 6 meses que comecei a escrevê-la, gente), a história ainda está comigo. E é a primeira vez que isso acontece.

Além disso, eu sou o que eles chamam de “planejadora”. Não planejo capítulo a capítulo, mas sei exatamente o que vai acontecer e quando vai acontecer, enchendo as lacunas e os espaços com coisas que dão “liga”. Escrevo de forma linear na maior parte das vezes, encadeando os acontecimentos. Só que mesmo com tudo isso, existem várias coisas que mudam no meio do caminho (porque personagens TEM vontade própria, por mais insano que isso possa soar) e várias coisas que você vai explicando e elaborando conforme escreve. A coisa vai se desenvolvendo, quase como uma bola de neve, e, às vezes, as pontas não se unem. Em 21 aconteceu isso: a minha premissa é até interessante, mas eu nunca consegui achar a liga para explicar o ápice do livro. Com mutantdudes, a liga “surgiu”. É como se ela estivesse lá, escondida, só esperando que as palavras surgissem e a fizessem.

Quando a liga surgiu, eu descobri um lado sobre duas coisas que as pessoas dizem por aí.

1) “Ninguém mais sabe escrever um livro só. Autores só querem escrever séries para ganhar mais dinheiro”:

Nem sempre. O negócio é que tem histórias que PRECISAM ser contadas aos poucos, por vários motivos. Imagine só se o George R. R. Martin resolvesse fazer a série Canção de Gelo e Fogo em um exemplar só? Não seria tão rico, não seria tão atraente, não seria tão envolvente.
Algumas histórias precisam ser contadas em partes, seja para tornar o leitor mais acostumado ao ambiente, seja para diluir a complexidade de algumas coisas, seja para tornar mais verossímil.  É claro que existem aqueles autores que vão mexer onde não precisam (estou olhando para você, Becca Fitzpatrick), mas às vezes é só porque ele não percebeu que não precisava ter se alongado.
Para mim, quando você faz uma série (seja de dois, três, quinhentos livros), você tem duas escolhas: ou você faz cada livro uma história “fechada”, com os mesmos personagens, dentro do mesmo mundo ou você faz com que o primeiro livro introduza a sua história mas seja fechadinho em si mesmo, porque se o leitor decidir não continuar a série, ele não vai ficar com uma história incompleta.
Sobre histórias fechadas, posso dar como exemplo a Série Mortal, da Nora Roberts, a série Anita Blake, da Laurell K. Hamilton, ou os livros do Sharpe, do Bernard Cornwell. Eles tem aspectos que são introduzidos em um livro e explorado em outro, mas fora isso, cada um é um livro fechado em si, com um episódio independente do outro.
Por outro lado, a maior parte das séries Young Adult são livros que se continuam linearmente. Quem é que não chegou no terceiro livro de Academia de Vampiros querendo matar a Richelle Mead por terminar um livro daquela forma? Quem é que não terminou Em Chamas URRANDO pelo próximo livro, por que o fim é matador?
E, se vocês prestarem atenção, essas duas séries começam com livros que são fechadinhos, apesar de deixarem algumas pontas abertas. Eu acho isso essencial, porque imagina só se a editora não pega todos os livros? As pessoas vão ficar com um final completamente “MEU DEUS!” e… nunca vão saber o que vai acontecer depois.
mutantdudes se encaixa nessa última categoria e meu plano é fazer com que o primeiro livro seja fechado em si mesmo, com algumas (muitas!) pontas soltas que irão se entrelaçar e fazer todo o sentido. Eu adoro quando os autores vão deixando dicas de cosias ao longo dos livros e tento fazer isso deliberadamente.

2) “Por que esse povo insiste tanto em triângulos amorosos?“:

Eu penso isso também e não mudei muito, mas eu tenho uma resposta. ELES ACONTECEM. Sem que você queira. Você está lá, escrevendo tranquilamente como quem não quer nada e, PÁ, quando vê tem dois garotos ou duas garotas ou um garoto e uma garota que gostam da mesma pessoa. É pior ainda quando você é como eu, que faz parzinho com todo mundo.

(Uma observação que a Dayse acha hilária: além de contar spoiler de tudo que eu escrevo para algumas pessoas específicas, eu também shippo meus personagens mesmo que eles não sejam um casal e nem tenham potencial para ser um casal)

Eu tenho essa teoria de que o que se pratica por aí na literatura Young Adult são Vs amorosos e não triângulos. Eu não gosto muito de quando tem duas pessoas interessadas por uma só e eles não tem um relacionamento entre si, porque diminui muito o drama. É muito mais legal quando, bem, todo mundo é muito próximo e alguém escolher é MALTRATAR E FAZER SOFRER a pessoa amada. Um triângulo amoroso para mim é quando todos se amam, de alguma forma ou de outra, e isso dói muito mais. Tipo Arthur, Guinever e Lancelot (Não nas crônicas de Arthur).  A diferença entre um V e um triângulo é que o triângulo DÓI. Como você pode torcer para um lado quando você sabe que todo mundo vai acabar se machucando, independente da situação? Não é como Crepúsculo, que é fácil odiar um e escolher o outro. Também não é como se você conseguisse ver que um dos casais é óbvio e o outro não vai dar certo. Um triângulo amoroso é tipo…

 Um dos exemplos de triângulo amoroso bem feito ultimamente é na série Infernal Devices, da Cassandra Clare. O final do segundo livro DESTRUIU meu coração porque… porque… GAH. Não dá nem para explicar.

A minha ideia é que mutantdudes não enverede para esse lado de forma alguma. Para isso, tenho outras histórias. Apesar disso, tive um momento de crise porque existem essas três pessoas e elas são muito próximas e estão passando por uma situação extrema. Os três são tipo os melhores amigos ever, mas em alguns momentos, parece que eles se gostam como mais do que amigos. É meio irritante, porque eu sinceramente não sei o que fazer com eles. É uma daquelas coisas que vou ter que avançar para ver no que dá.

E é isso por enquanto. Como ninguém entra aqui, eu atualizo uma vez a cada… hunm, seis meses? :P
(Mas se a resposta for boa, eu posso considerar postar mais. Tipo comentar sobre a minha teoria de que ou a história que você está escrevendo te mata ou você mata os personagens que estão nela)

Aberração

subst. f.
1. desvio em relação à norma: Aquela lei é uma aberração.
2. fenômeno contra a natureza

Atualizei a página de Projetos em andamento com o que eu ando fazendo no último mês. Pandora surgiu do nada e está tomando forma quase sozinha, embora no início eu não tivesse nada além da ideia do mundo, o “vilão” e a protagonista. O resto foi se formando. Nesse meio tempo, enquanto deixo o rio fluir, alguns personagens que eram para ser gays viraram hetero e vice e versa, um dos personagens ganhou um pai crossdresser, outra ganhou dois pais e outro ganhou três irmãos e um sobrinho.
Além disso,  como estou fazendo para o NaNoWriMo, não estou me permitindo:
1) Reler;
2) surtar achando que está uma merda;
3) reescrever.
Não por enquanto. Tem vezes que é impossível não reler e arrumar uma coisa ou outra, ou voltar e adicionar uma frase ou duas ou dez em algum lugar. Mas estou fazendo o possível e delimitando metas diárias. Acho que estou funcionando muito bem desse jeito, apesar de um dia ou outro eu escorregar e deixar acumular coisa para os outros dias.

Excerto do meu diário de metas (a.k.a arquivo do bloco de notas)
dia 20:
24720 (17:21)
26064 (19:37)
27300 (22:05)
28064 (22:48)
Meta: 28000

Passado: 64 palavras da meta \o/

Dia 21:
28064 (15:02)
31064 (19:18)

Meta: 30500
Passado da meta: 446, até agora.

final: 31242
passado da meta: 742

Dia 22:
31242 (07:30)
32320 (09:21)
32680

Meta: 33000
Faltou: 320

Dia 23:
RIEN DE RIEN

Meta: 35500

Dia 24:

DUDE I WAS CRAZY WHEN I STARTED THIS

32680 (08:00)
34875 (11:47)

Meta original: 38000
Meta atual: 35500

Enfim, eu terminei a primeira parte da história dia 16 (tenho até a hora, hahaah) e desde então trabalho na segunda parte… que não chegou nem na metade. E tenho 71 páginas no word.  E mais uma parte para escrever. Colegas, volto àquele pânico esquisito de

“OMG, EU ESCREVO DEMAIS”.

Mas ele está controlado e há apenas um foco: TERMINAR ESTA COISA ANTES DO NATAL.
E, bem, sobre a meta de escrever algo todos os dias, ela continua e está sendo cumprida, mesmo que o que eu escreva seja um post para Saint Vladimir, para o Nem Um Pouco Épico, a fanfic ou alguma outra coisa (como o conto que eu enviei para a Draco para o Meu Amor É um Mito, mas isso é assunto para outro post.)

Euterpe

Euterpe, a Doadora de Prazeres do grego eu (bom, bem) e τέρπ-εω (‘dar’ prazer),foi uma das nove musas da mitologia grega, as filhas de Zeus e Mnemósine, filha de Oceano e Tétis. É a musa da música.
Da Wikipedia 

Ah, ouvir ou não ouvir música enquanto escreve é uma questão que eu sempre achei muito interessante. Adoro quando termino de ler um livro e vou no site do autor e acho a playlist que ele ouviu ou selecionou para o livro. Adoro os fanmixes para personagens de livros e séries. E adoro ouvir música, em toda e qualquer situação.
O negócio é que, depois de ler, ouvir música é o meu hobby. Desde os 11 anos, eu ia para a escola na condução ouvindo o meu discman (é, sou velha assim. Pelo menos não era um walkman). Agora que tenho minha própria TARDIS,  só dirijo ouvindo música. Mesmo quando a música não está lá, está na minha cabeça, numa trilha sonora própria.

Sendo assim, eu não consigo escrever sem música. Até os posts que eu faço para cá e para o Nem um pouco épico são acompanhados de músicas que condizem com o post ou com o meu humor, imagina só para escrever uma história de ficção?

Além disso, enquanto estou escrevendo, tem os “estilos” de música. Cada história exige músicas diferentes, com letras diferentes e “espíritos” diferentes. É difícil escrever uma cena triste ouvindo Moves Like Jagger, do Maroon 5. É igualmente difícil escrever uma cena muito feliz ouvindo qualquer música do Coldplay. Tem umas cenas que exigem que eu escute a mesma música seguida enquanto a escrevo (várias de 21 foram escritas ao som de Bones, do The Killers, tocando em loop), enquanto tem outras músicas que se fossem escritas por mim não descreveriam melhor os personagens que criei.

Mas eu entendo quem acha que a música atrapalha. Se você for daquelas pessoas que prestam atenção em tudo o tempo todo, com certeza é difícil se concentrar na história da sua cabeça enquanto alguém canta “SEE IT ON ME LOVE, SEE IT ON ME LOVE, SEE IT ON ME LOVE”.  Aliás, pensando racionalmente, é até perturbador. Como é que você desenvolve as suas ideias com tanto barulho?

O negócio é que parte de escrever é planejar, pelo menos para mim. E como a sábia Richelle Mead já disse, você faz isso em outros lugares que não são o computador. Quando você abre o arquivo para escrever, é só para organizar as ideias que você tem e ver se elas funcionam quando escritas. Óbvio que você cria uma ou outra coisa ali, mas a espinha já foi criada antes. Todas as vezes em que eu fico com bloqueio é porque pulei essas etapas.

Mas isso é conversa para outro post.

Termino esse post com uma das músicas que mais estou ouvindo no momento: What the Water gave me, da Florence.

Protelar

pro.te.lartransitivo direto

  1. deixar para depois a realização de (algo); adiarretardarpostergar
    • Protelar uma decisão

O sinônimo mais famoso para essa palavra é PROCRASTINAR e isso é, infelizmente, uma constante na minha vida. Seja porque eu decidi assistir How I Met Your Mother, seja porque estou muito cansada, seja porque o carregador do meu laptop quebrou e eu só consigo escrever nele…
Pois é.
Entendam, ausências de posts nesse blog significam ausências de páginas escritas.
Ok, estou sendo muito rigorosa comigo mesma. Eu escrevi, mas não o que deveria ter escrito. O negócio é que eu tive essa ideia de fazer uma fanfic com os fundadores de Hogwarts há algum tempo e ela cozinhou na minha cabeça até que… TCHARAN, COMEÇEI.
O que quer dizer que deixei Sinfonia de lado por enquanto. O que eu posso fazer se a Helga e o Salazar são TÃO LEGAIS, TÃO, TÃO LEGAIS?
Eu shippo Helga/Godric, mas tive uma ideia muito interessante envolvendo orgias e a fundação de Hogwarts e- NÃO. Não tem orgias, mas quadrângulos amorosos. Eu amo isso. Amo que fulano ame fulana que ama sicrano que ama Maria que ama Fulana. É cheio de ANGST e OMG, E AGORA? Além disso, foge da receita básica do triângulo amoroso.

ALIÁS, sobre triângulos amorosos, descobri recentemente que ODEIO MUITO quando a menina fica com a criatura sobrenatural que aparece do nada quando tem um amigo que SEMPRE. ESTEVE. LÁ. PARA. ELA. Tipo, OLÁ, COMO É QUE VOCÊ SABE QUE ESSA CRIATURA NÃO É UM PSICOPATA?

POIS É. VOCÊ NÃO SABE.

E aí você se apaixona e fica de mimimi com o cara que você nem conhece enquanto aquele outro carinha lá sempre esteve por perto para recolher os seus pedaços? Como assim? COMO ASSIM, MENINA?
Deve ser por isso que eu sempre sou team carinha-que-nunca-é-escolhido. Eu acho inconcebível que isso aconteça… Também acho esquisito que as meninas de  16 anos encontrem o amor da vida delas de primeira. Alô, você tem 16 anos. Qual a probabilidade disso acontecer? Pois é, quase nenhuma. Conheço um casal que é assim e pronto.
Pelos livros, isso parece uma regra, o que pode trazer desilusão para uma leitora mais sonhadora. Relacionamentos raramente são como descritos em livros Young Adults. Homens raramente são como descritos lá. Em alguns livros, eles são tipo PERFEITOS e sem falhas e- ARGH.

Entendam, até os deuses gregos/nórdicos/whatever tinham falhas. Por mais sobrenatural que seja a criatura, é impossível que ela seja perfeita.  Eu entendo que as vezes a narradora (que geralmente é em primeira pessoa) veja o cara como perfeito, mas em alguns livros é só preguiça. É, digo mesmo. O cara é perfeito para ser unidimensional e o autor não precisar explorar os seus sentimentos, suas falhas, as  brigas que podem ter… A minha sorte é que eu FUJO de livros assim, mas de vez em quando dou sorte.

De qualquer forma, quando eu planejo as histórias (e, olha, eu estou quase expert em fazer isso), sempre acabo enfiando coisas para fazer com que pareçam mais reais. Não faz sentido que uma vampira de mais de mil anos só tenha tido um homem na vida (Sinfonia), assim como é altamente improvável que  um capitão de um navio que percorre o mundo seja celibatário (WTFSereios).

Antes de terminar, devo dizer que NÃO ODEIO triângulos amorosos, só acho que eles estão sendo explorados de forma errada.
E que um quadrado ou um pentágono é uma forma geométrica muito mais interessante.

Paciência.

Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranqüila e acreditando que você irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido , capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade.
Via Wikipedia.

Eu estou no limbo na faculdade. Faço, oficialmente, engenharia elétrica, mas acabei descobrindo que o curso não era para mim, o que todo mundo já sabia (mas ninguém além do Felipe me disse), então decidi mudar para a Economia. Só que não mudei oficialmente e por algum problema de discernimento, não fiz o vestibular do meio do ano.
Enfim, de qualquer forma, eu pedi oito matérias, só me deram uma. Aí ontem eu acordei 7 da manhã e fui para a Unb para resolver todos os meus problemas em dois departamentos (o da Engenharia Civil e o da Economia), só que quando chego lá…

O SISTEMA ESTÁ FORA DO AR.

Fico lá das 7 às 11. Aí avisam que o sistema só volta 15h e eu volto para casa… Dá 15 horas e eu volto para lá. Além da lista de espera da manhã ter sumido, o aviso era que só voltaria às 16 horas. Beleza.
16 horas e nada.
Quando deu 16:40, o boato que estava correndo pelos corredores é que o sistema só voltaria NA QUARTA FEIRA, no dia em que o ajuste pela internet começasse.

Aí hoje de manhã entro no matriculaweb e… tcharan.  Ele voltou. Vou lá de tarde ver se resolvo os meus problemas, embora eu DUVIDE que eu consiga antes de amanhã.

Enfim, é necessária paciência, viu? Principalmente porque os servidores estão de greve e rola o boato de que os professores também entrarão de greve nesse semestre…

Apesar da UnB ter consumido quase todo o meu dia de ontem, depois que eu tirei um cochilo, voltei para revisar Sinfonia Agridoce  e… sério. Qual era o meu problema quando escrevi essa história? Além de frases que são clichê e ridículas, metáforas com o Incrível Hulk e uma obsessão bizarra por descrever a roupa que as pessoas estão usando,  eu descobri que a Juno é MUITO CHATA quando quer.  Sério, amiga! Pare de se sentir culpada por tudo!
(Mas, refletindo bem, isso provavelmente é uma característica minha que passa para os personagens. A Faith, da fanfic de Vampire Academy, tem exatamente o mesmo problema.)
Além disso, revisei o capítulo em que o Alexei aparece e – GAAAH, ALEXEIIIIII! *fangirl*
Sério.  Ainda faço um projeto centrado nele sendo awesome e legal e engraçado.

Enfim, preciso de leitores beta (de preferência que leram a fanfic antes das edições). Alguém se candidata?? \o/

Exórdio.

e.xór.dio
sm (lat exordiu1 Primeira parte de um discurso. 2 Introdução a um discurso; preâmbulo. 3 Maneira como alguma coisa é começada; princípio, começo. Antôn (acepções 1 e 2):peroração

Que eu tenho blogs, você provavelmente já sabe. A probabilidade de que tenha vindo parar aqui pelo meu twitter (@mecutuca) ou pelo Nem um Pouco Épico é muito grande, assim como a probabilidade de que já tenha ido parar no Angry Mob acidentalmente em alguma das vezes que divulguei o link.
Então por que diabos surge esse novo “espaço”?

O que você provavelmente não sabe é que eu (as vezes) escrevo.  E tenho (muitos) problemas com disciplina, com horários e com a organização das coisas em geral. Aí eu cheguei à conclusão de que tinha que me dar metas e me disciplinar, fazendo um cronograma e me obrigando a escrever pelo menos uma página por dia de alguma das minhas obras ficcionais.  Além disso, a minha determinação diz que eu não posso largar uma história sem terminá-la e partir para outra, porque se não eu nunca terminarei nada (Mais referências a isso em um post futuro).
E a ideia foi, por alguns minutos, usar o Angry Mob como “diário de bordo” da minha determinação desse semestre, mas aí eu vi que ele tinha a) vários posts do início do NUPE, b) vários posts do início da minha “carreira” como resenhistas, c) vários posts começados com “eu deveria estar estudando/dançando a macarena/na aula” e d) Um nome que não condizia com a minha ideia.

Aí decidi “desengavetar” um dos nomes legais de Blogs que eu tenho numa listinha aqui e fazer o meu cantinho.

Porque além de colecionar palavras, também coleciono atividades.

E problemas.


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